A publicidade e a clientela infantil - Infográfico
Posted by Unknown in Consumismo, Manipulação, Mídia, Sociabilidade, Sociologia
Esse é um Infográfico sobre uma reportagem da Revista Galileu sobre as orientações da publicidade sobre a clientela infantil. Vale pena conferir e reavaliar muita propaganda de nossa infância.
Quem inventou o aperto de mão? - Revista Aventuras na História
Posted by Unknown in Civilizações, Dicas Especiais, História Antiga, Sociabilidade, Sociologia
Quem inventou o aperto de
mão?
Aperto de mão é um antigo gesto ritualístico ainda
em voga
Hieróglifos
egípcios são as mais antigas inscrições que registram o aperto de mão. Era
representado como a maneira que um Deus concedia seu poder ao faraó, sua
representação na Terra. Os hieróglifos significam o verbo "dar".
Apertar a mão direita de outra pessoa é um ritual contemporâneo. Como é
praticado o tempo todo, de certa forma perdeu o sentido de união entre duas
pessoas por um propósito comum. Mas ainda significa respeito, consideração e
amizade.
Na Grécia
antiga, por volta do século 5 a.C., era tradição, pouco antes dos Jogos
Olímpicos, um emissário percorrer as cidades anunciando a ekcheiria (o
"aperto de mão"), ou trégua, um momento sagrado em que mesmo os que
estivessem em guerra deveriam guardar as armas para competir pacificamente no
esporte. E as guerras de fato eram interrompidas. No Império Romano, tornou-se
tão popular o hábito de esconder um punhal na manga que se desenvolveu uma
saudação precavida, na qual as mãos apertavam o pulso do outro. Tornou-se a
saudação-padrão do Império.
Apertos
de mão codificados são uma maneira de reconhecer outro integrante de uma
sociedade secreta. Ao estender a mão, os maçons, por exemplo, tocam o pulso do
companheiro com o indicador. "No mundo moderno, a saudação por aperto de
mãos tornou-se universal pelo domínio da cultura do Ocidente", diz o
antropólogo da Unicamp Pedro Paulo Funari. A mais comum das saudações do Oriente
consiste em curvar-se ao cumprimentado. Ainda hoje, entre radicais islâmicos, é
proibido o aperto de mãos entre homens e mulheres que não têm parentesco
sanguíneo, sob a punição de flagelação em praça pública.
Tratados
importantes foram selados com a saudação, como o acordo de paz entre o
primeiro-ministro de Israel Yitzhak Rabin e o líder palestino Yasser Arafat, em
1993, sob o olhar do presidente americano Bill Clinton, em Camp David. E criou
situações inusitadas e constrangedoras, como o caloroso aperto de mão que o
venezuelano Hugo Chávez deu em Barack Obama em 2009.
FONTE: http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/quem-inventou-aperto-mao-741922.shtml
Consumismo: truques que levam você a consumir mais no supermercado
Posted by Unknown in Consumismo, Mídia, Sociabilidade, Sociologia
REVISTA GALILEU - Para seduzir o consumidor, vale até colocar o que ele quer longe e obrigar a ver todo o resto (Priscilla Santos)
O especialista em marketing
da ESPM Ricardo Pastore explica como os produtos são dispostos nas
prateleiras para nos influenciar a fazer mais compras. Na Galileu de
setembro desvendamos a ciência que faz você comprar mais. Leia a
reportagem deste mês e entenda como as empresas estão vasculhando a
internet, seu celular e até seu cérebro para fazer você consumir:
O Protagonismo Juvenil 2013 nas manifestações Sociais no Brasil
Posted by Unknown in História Contemporânea, História do Brasil, Sociabilidade, Sociologia
Essa é uma breve apresentação ocorrida no Fórum de Debates: ConTEXTO 2013 (Colégio Concórdia - Porto Alegre) sobre o Protagonismo Juvenil 2013 no Brasil, diante das Manifestações Sociais:
No dia 03 de Julho, no Colégio Concórdia, aconteceu o evento ConTEXTO,
um verdadeiro convite à reflexão. O nome ConTEXTO é uma alusão ao meio
histórico em que estamos inseridos e à necessidade constante de lermos
os textos e o mundo.
Felipe Cataldo, professor de Sociologia, abriu as discussões; ele propôs uma
análise dos movimentos sociais e do protagonismo juvenil, comparando as
manifestações dos dias atuais às ações de 1968, na França. Desse
contraste entre o ontem e o hoje, passamos às palavras de Martinha
Bitencourt, professora de História do Ensino Fundamental, que teceu uma
série de questionamentos sobre o Brasil, na contemporaneidade, e sobre
as características das manifestações. Em seguida, ouvimos o depoimento
de dois representantes - Júlio Câmara e Nathália Bitencourt - do
Coletivo Juntos!, um dos movimentos sociais mais ativos nos últimos
dias. Por fim, ouvimos as palavras de Deivison Campos, coordenador do
curso de Jornalismo da Ulbra, cujas palavras contemplaram as redes
sociais e analisaram sua presença nas relações de hoje.
Para fugir do Comunismo Soviético, família fica reclusa na Sibéria por 40 anos - Revista Galileu
Posted by Unknown in 8º Ano, História Contemporânea, Revolução Russa, Séc. XX, Sociabilidade, Sociologia
Lykov, a família que ficou 40 anos isolada em uma floresta da Sibéria
Reclusos por vontade própria, eles fugiram pro meio do nada em 1936 e foram encontrados, totalmente por acaso, só em 1978. Talvez preferissem que nunca tivessem sido descobertos
Os
geólogos se deram conta de que estavam diante de um achado histórico
quando o velho Karp Lykov disse que seus filhos, que se comunicavam
através de grunhidos, nunca tinham visto um pão na vida. Foi aí que
resolveram descobrir qual a história por trás daquela
barraca localizada no meio do nada.
Os geólogos estavam
em uma expedição enviada em 1978 para a Taiga Siberiana, região erma e
inabitada da Rússia. Um helicóptero havia sido enviado para a região com
a missão de detectar um local seguro
para a expedição dos geólogos que chegariam alguns dias depois. Em um
quase acidente, o helicóptero se viu no meio de um desfiladeiro, com
duas imensas montanhas ao lado. Eles não viam traços de civilização em
um raio de ao menos 200 quilômetros - até que uma imensa clareira foi
avistada no alto da colina.
Quando os geólogos finalmente
chegaram, a ideia inicial da missão (encontrar ferro e outros tipos de
minério) foi colocada de lado e o objetivo passou a ser encontrar
explicações para a clareira - um tipo de intervenção inegavelmente
humana. Nenhuma autoridade tinha sequer ouvido falar de seres humanos
habitando essa parte da Sibéria. Munidos de presentes e armas de fogos,
lá foram os geólogos.
“Ao lado de um riacho, tinha uma construção. A cabana estava toda recoberta de detritos da floresta e se não fosse por uma janela minúscula, seria difícil acreditar que tinha gente ali. Eis que a porta abre e um homem, que parecia saído de um conto de fadas, saiu. Descalço, ele usava uma roupa toda remendada e parecia atento e amedrontado. Nós dissemos que viemos visitá-los e, depois de um tempo, com uma voz trêmula, ele disse ‘Bem, já que vocês vieram de tão longe, poem entrar’.” Esse é o depoimento de Galina Pismenskaya, a geóloga russa que chefiou a expedição e a primeira pessoa que conversou com o homem barbudo que abriu a porta. O depoimento foi publicado pela revista americana Smithsonian Magazine.
Depois de uma sutil aproximação do velho, ainda naquele dia, os dois grupos começaram a se conhecer, da maneira menos trôpega que o abismo temporal permitia. Pra resumir a história: ele era um Velho Crente, nome que se deu a uma vertente da Igreja Ortodoxa Russa perseguida pelo Czar Pedro, o Grande. Sua família era de uma fé inviolável e não é difícil imaginar como isso contrastava com o ateísmo dos bolcheviques que tinham assumido o poder em 1917. Em 1936 seu irmão foi assassinado por uma patrulha comunista. Lykov estava ao seu lado no momento da morte e, assustado, tudo que conseguiu pensar foi em pegar sua família e ir pra longe de tudo.
Os geólogos e a família passaram a ter um mínimo de convivência, mas os Lykov se recusavam a sair da floresta. No máximo, uma visita até a base onde os geólogos dormiam. A relação deles com a tecnologia é particularmente curiosa. Primeiro que o velho Karp Lykov (que, por motivos justificáeis, duvidou quando disseram que o homem havia pisado na Lua) disse que já tinha notado a existência de satélites quando chegou a conclusão que “as estrelas estavam se mexendo rápido demais no céu”. A família ficava hipnotizada toda vez que assistia televisão na base, mas logo em seguida começavam a rezar como que percebendo (ou tendo certeza) que tinham acabado de cometer um pecado.
Em 1981, 3 dos 4 filhos morreram - dois com problemas no rim (devido, acredita-se a diferença entre a dieta selvagem e a civilizada) e um de pnmeumonia. O velho Karp morreu em 1988 e foi enterrado no pé da montanha, ao lado da cabana, com a ajuda de sua filha e dos geólogos. Agafia, a única remanescente, deve estar com seus 70 anos e ainda morava na Sibéria na última vez que os geólogos a viram.
Fonte: Mello, João. Lykov, a família que ficou 40 anos isolada em uma floresta da Sibéria. In: Revista Galileu. Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI330455-17770,00-LYKOV+A+FAMILIA+QUE+FICOU+ANOS +ISOLADA+EM+UMA+ FLORESTA+DA+SIBERIA .html Acesso: 08 fev 2013.
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